•  Curso sobre o Cangaço na Bahia acontece de 17 a 21 de julho no IGHB

Curso sobre o Cangaço na Bahia acontece de 17 a 21 de julho no IGHB

15 de julho de 2017 \\ Cultura

O Cangaço na Bahia é tema de curso que acontece no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia de 17 a 21 de julho. As aulas, que serão ministradas pelo historiador e geólogo Rubens Antonio, acontecem das 14h às 18h, com carga horária de 20 horas.

Tema vívido, o Cangaço marca fortemente a história nordestina, conhecido e reconhecido por todas as pessoas. Passa pela figura de Lucas da Feira e seu bando, discutido como bandido, proto-cangaceiro ou representante acabado do movimento. Atravessa as dimensões de bandos nas regiões de Brejo do Burgo, Geremoabo, Jequié, Sento Sé. Chega & agrave; maturidade do cangaço lampeônico, no qual o maior número de participantes foi baiano. “Saber e entender o cangaço é dispor de uma ferramenta fundamental para conhecermos a Bahia, no que foi e o que é, enfim, saber quem fomos, somos e seremos”, destaca Rubens Antonio.

Durante o curso, o público irá conferir algumas imagens da exposição “Pepitas de Fogo: O Cangaço e seu tempo colorizados”.  A mostra foi exibida em agosto de 2016 no museu Palacete das Artes (vinculado a Secult/Ipac).

As inscrições podem ser feitas diretamente pelo site do IGHB –www.ighb.org.br – Mais informações: 71 3329 44/63 ou na sede do Instituto: Avenida Joana Angélica, 43 – Piedade.

O IGHB é uma das 15 instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) através do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).


Confira a programação:
Dia 17: O século XIX; Lucas da Feira; Bando do Tará; Bando do Brejo do Burgo; O século XX; Cauassus; 1924 a 1927: Cangaço em ascensão; Fronteiras com Piauí e Goiáas; Convênios
Dia 18: 1928 – 1929 - Alvorada lampiônica; As primeiras notícias; O crescendo do temor; Reações pomposas e inúteis; A chegada efetiva; As primeiras sagas e tragédias; Perplexidades
Dia 19: 1929 a 1932: Cangaço tonitruante; O apogeu do Cangaço na Bahia; A melhor percepção; Menos perdas; Início do contra-ataque;Violência de lado a lado; Guerra fria Bahia – Sergipe; O Exército à frente
Dia 20: 1933 a 1938: Derrocada do Cangaço; Subgrupos e domínios;Grandes perdas; Marcando passo; Às portas do fim; Lá, apaga-se o Lampeão
Dia 21: 1939 – 1940; Cá, apaga-se o Corisco; Rescaldos - Olhando para

frenteCabeças em estudo; Cabeças em exposição; Sepultamentos; Mitificação; Olhando para trás  

Sobre o palestrante:

Rubens Antonio da Silva Filho é Geólogo e Historiador. Mestre em Geologia, é servidor do Museu Geológico do Estado da Bahia. Autor de livros e mapas, ministra cursos relacionados a Geologia, História Geológica, Artes, História, com ênfase para o Cangaço, e urbanização de Salvador.

 

IGHB - Avenida Joana Angélica, 43 – Piedade

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