• Implantação de novas empresas deve gerar 6 mil empregos em Feira de Santana

Implantação de novas empresas deve gerar 6 mil empregos em Feira de Santana

23 de dezembro de 2016 \\ Economia

Empresas de vários segmentos serão implantadas em Feira de Santana nos próximos anos e vão gerar aproximadamente 6 mil empregos. O diretor do Centro Industrial Subaé (CIS), Jairo Miranda, disse que há uma carteira de 89 empresas de diversos produtos com investimentos de 382 milhões de reais.

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Ele destacou que algumas empresas já foram instaladas em 2016 e outras vão iniciar em 2017 tanto em Feira de Santana, como na região de São Gonçalo dos Campos.

“A nossa meta é cada vez mais atrair investimentos para Feira de Santana e região para gerar emprego e renda para a população. Hoje há uma carteira de investimentos na ordem de 382 milhões. Essa carteira é dinâmica e esse ano nós tivemos três a quatro implantações de empresas e temos mais cinco ou seis que devem finalizar o seu processo de implantação em 2017”, afirmou.

Jairo Miranda informou que não há ainda uma previsão de quando todas as empresas serão instaladas e há processos e burocracias que precisam ser cumpridos e finalizados para a instalação. Ele pontuou que o CIS trabalha junto com a Secretaria de Turismo, Trabalho, Emprego e Desenvolvimento Econômico, realizando ações direcionadas ao empresariado com o objetivo de fortalecer e potencializar os investimentos em Feira de Santana e região.

“Os segmentos das empresas são bastantes diversificados e bastante heterogêneos. São empresas de alimentos, metal, farmacêutica, construção civil, reciclagem, têxtil, entre outras. O processo vai gerar em torno de 6 mil empregos, gerando a cada ano, na medida em que as empresas forem finalizando as suas instalações. Estamos trabalhando nessa busca incansável para cada vez mais trazer o desenvolvimento”, destacou.

Para Jairo Miranda, a implantação das novas empresas além de contribuir para a geração de emprego e renda, vai permitir também o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços(ICMS) para a cidade que é o terceiro maior polo industrial da Bahia.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade.

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