•  Prefeitura de Feira afirma que centro comercial não  prejudica empresários de artesanato

Prefeitura de Feira afirma que centro comercial não prejudica empresários de artesanato

04 de agosto de 2017 \\ Geral

Os empresários que usam espaços públicos para comercializar  produtos de artesanato, na área do Centro de Abastecimento de Feira de Santana, não estão sendo prejudicados em suas atividades, em razão da construção do Centro Comercial Popular, ao contrário da reclamação da comerciante Idileuza Rodrigues da Silva, entrevistada em matéria desta quarta-feira (26), no site Acorda Cidade.

Em verdade não são artesãos, não existe produção de artesanato no Centro de Abastecimento, são empresários, alguns, inclusive mantendo lojas fechadas, servindo de depósito para o seu material, vendido para várias regiões da Bahia e outros estados.

O Governo considera importante a venda  de artesanato no Centro de Abastecimento, por isso está oferecendo um espaço estruturado no Centro Comercial Popular para o setor. É  importante lembrar, que os lojistas podem manter o seu negócio no Centro Comercial, que fica na área do próprio Centro de Abastecimento. Caso prefiram, está sendo disponibilizado um prédio, próximo, como alternativa para que promovam o seu negócio. 

Portanto, a administração  municipal respeita essa atividade comercial, mas não pode ser empecilho para um projeto maior, que ao mesmo tempo solucionará o crônico problema de desordenamento do comércio central da cidade, que beneficiará  toda população e revitalizará  o Centro de Abastecimento, atraindo muito mais consumidores.

Não há qualquer ameaça ao patrimônio cultural que representa o Centro de Abastecimento, assim como não  existe nenhuma decisão judicial ou do IPAC que impeça a realização da obra. 

O imaterial, não é absolutamente a atividade empresarial. O Centro de Abastecimento  seguirá, com todo o seu significado comercial e histórico.

Para realizar a obra, o Governo Municipal vem atuando desde a concepção do projeto e da celebração de uma Parceria Público-Privada com toda a cautela possível. 

Várias reuniões e audiências públicas foram realizadas com todos os interessados no assunto, entidades que representam o comércio, em todos os níveis, foram consultadas e aprovaram o investimento. 

Para realizar as intervenções, os empresários do setor de artesanato foram notificados e tiveram opções e prazo para adequar temporariamente a sua atividade, tudo, rigorosamente, dentro dos princípios legais.

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